Eu e demais alunos na oficina de Poesia
NOSSOS OITENTA
26 de janeiro de 2011
Nossos Oitenta
(Para Zenia minha irmã gêmea)
Esta vinda emoção me faz sentir
para nossos oitenta festejar
pois idosa,e enfrentando o "ir" e "vir"
cá estou no dever te de abraçar.
A distância esse mal a nos punir
obrigando a seguirmos separadas
sempre e mais só consegue nos unir
pois em duas assim fomos geradas.
Nossa mãe em idade ultrapassamos
já trazendo também acentuadas
o que dela, por certo, nós herdamos
Após tantas e longas caminhadas
sob a guarda de Deus nos colocamos
para assim mais amar e ser amadas !
A aniversariante Zenia com seu marido,filhos e netos
e Zilah a visitante
Natal

Natal
Zilah Gonçalves Fernandes
(UNITI Universidade Terceira Idade RGS - Grupo Literatura)
Marcham os anos, sucedem-se os séculos: é o perpassar do tempo que , indiferente às lamúrias humanas, continua implacável seu trajeto ilimitado. Perdem-se os fatos na sucessão gigantesca das horas e os seres se gatam na passagem tumultuada da vida.
Entre os compassos febris de uma existência fugaz, legou-nos Deus o signo bendito de sua perenidade: deu-nos alma, que nos elevaria sobre a decadência das coisas mortais, desafiando a tudo com seu mistério; alma para o sentimento, alma para o sacrifício, alma para a glória. Dotou nossos corações de um amor que sofre e luta, perdoa e redime; nossos atos com reflexos de Sua sabedoria infinita...E hoje, agradecidos, bendizemos tudo isso.
Não quis câmaras suntuosas, aparatos, nem galas mas a humildade de uma estrebaria. Ali, dispensando honrarias e pompas, estava Aquele cujo nascimento obscuro era uma promessa confortadora de amor. Ante o Presépio curvam-se todos, porque dali irradiou-se a mais poderasa das bênçãos: a Redenção. Natal expande ternura, grandiosidade, fulgor intenso Aquele Jesus pobrezinho inunda nossas almas de sentimentos sublimes: seus olhinhos meigos nos incitam a reflexões profundas, suas mãozinhas erguidas nos convidam a um viver de paz.
É NATAL! A humanidade inteira louva o Deus Menino na manjedoura onde nasceu tornando-se mortal para salvar o mundo. Viveu e nós somos altivos; modesto, e seguimos soberbos; morreu magnânimo, e continuamos inflexíveis.
O exemplo daquele Menino que conheceu a luz terrena sem conforto, viveu desprezado e morreu perseguido, é grito que clama por reflexão. Aquela estrela de Belém procura pela humanidade remida. A cena comovente do nascimento Divino pede ao mundo reverência e fervor.
Perante o Presépio, inclinam-se jovens e velhos, renovam-se as esperanças e as tristezas se aplacam. A tudo está atento o Menino Jesus no seu Natal: a olhos infantis que se erguem confiantes, ao louvor dos bons e à indiferença dos maus, ao clamor dos enfermos, e dos desfavorecidos. A todos Ele abençoa e contenta.
NATAL! Dia de enlevo e de adoração. Ricos e pobres, felizes e desgraçados, rogam favores ao Divino Infante. Quanta soberana piedade nos vem daquele bercinho mísero!
E os homens de todos os tempos, de todas as raças e crenças, renovam, a cada ano, seus pedidos e súplicas por uma vida melhor.Passarão os anos e as gerações humanas mas enquanto existir uma alma com fé há de ser lembrado o Natal, sua comovedora significação, sua influência majestosa e eterna.
Entre os compassos febris de uma existência fugaz, legou-nos Deus o signo bendito de sua perenidade: deu-nos alma, que nos elevaria sobre a decadência das coisas mortais, desafiando a tudo com seu mistério; alma para o sentimento, alma para o sacrifício, alma para a glória. Dotou nossos corações de um amor que sofre e luta, perdoa e redime; nossos atos com reflexos de Sua sabedoria infinita...E hoje, agradecidos, bendizemos tudo isso.
Não quis câmaras suntuosas, aparatos, nem galas mas a humildade de uma estrebaria. Ali, dispensando honrarias e pompas, estava Aquele cujo nascimento obscuro era uma promessa confortadora de amor. Ante o Presépio curvam-se todos, porque dali irradiou-se a mais poderasa das bênçãos: a Redenção. Natal expande ternura, grandiosidade, fulgor intenso Aquele Jesus pobrezinho inunda nossas almas de sentimentos sublimes: seus olhinhos meigos nos incitam a reflexões profundas, suas mãozinhas erguidas nos convidam a um viver de paz.
É NATAL! A humanidade inteira louva o Deus Menino na manjedoura onde nasceu tornando-se mortal para salvar o mundo. Viveu e nós somos altivos; modesto, e seguimos soberbos; morreu magnânimo, e continuamos inflexíveis.
O exemplo daquele Menino que conheceu a luz terrena sem conforto, viveu desprezado e morreu perseguido, é grito que clama por reflexão. Aquela estrela de Belém procura pela humanidade remida. A cena comovente do nascimento Divino pede ao mundo reverência e fervor.
Perante o Presépio, inclinam-se jovens e velhos, renovam-se as esperanças e as tristezas se aplacam. A tudo está atento o Menino Jesus no seu Natal: a olhos infantis que se erguem confiantes, ao louvor dos bons e à indiferença dos maus, ao clamor dos enfermos, e dos desfavorecidos. A todos Ele abençoa e contenta.
NATAL! Dia de enlevo e de adoração. Ricos e pobres, felizes e desgraçados, rogam favores ao Divino Infante. Quanta soberana piedade nos vem daquele bercinho mísero!
E os homens de todos os tempos, de todas as raças e crenças, renovam, a cada ano, seus pedidos e súplicas por uma vida melhor.Passarão os anos e as gerações humanas mas enquanto existir uma alma com fé há de ser lembrado o Natal, sua comovedora significação, sua influência majestosa e eterna.
Hino para a UNITI
Este acróstico foi musicado pela minha filha Prof. Carla Fernandes para constituir-se em hino para a UNITI - Universidade da Terceira Idade UFRGS - Instituto de Psicologia - Grupo Literatura
Unindo idéias, aclarando mentes,
Num conviver alegre de amizade
Idosos demonstrando conscientes,
Todo valor dessa terceira idade
Impelida a viver ativamente.
21 Junho 1999
O texto foi lido em sessão solene finalizando seminário da UNITI
A vaca Nadine
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