Soneto Ode ao Mar

ODE AO MAR
Eu me emociono, ó Mar, ao contemplar-te ora calmo ou irado, és portentoso; Divino Engenho, imperecível Arte tornou-te assim esplêndido e formoso! Saltando qual acróbata sem jaça te precipitas sobre o solo em calma e extasiando o éter que te enlaça, em cascatas de luz, expões a alma. Para a entrega total, seguindo insano, engoles rios, lagoas abocanhas e ao chegar, triunfante, ao Oceano aloja-te a Mãe Terra nas entranhas... Maio 2003

Um comentário:

Anônimo disse...

Querida amiga, "Senhora Zilah", fico muito feliz que agora, finalmente, estejas na internet com os teus poemas e escritos, possibilitando, assim, que conheçamos mais de você e possamos apreciar o belo que escreves e a forma bela como escreves. Meus parabéns. Teu blog está muito lindo. Quida