Composta em quantidade, a poesia moderna, ainda que admirada, de alguma forma dificulta a divulgação das obras de poetas outrora apreciados.
Não totalmente contrária à poesia moderna, muito aprecio o encanto suave do versejar antigo. Na era do rap e da tecnologia, expressões modernas de efervescência e dinamismo, o lirismo das formas poéticas ausentou-se de vez.
Às belas estrofes de métrica e ritmo impecáveis juntam-se composições de versos mal feitos, a esmo, com motivos por vezes banais. Não se transmitem com tanta sentimentalidade as emoções da alma; em vez disso, esbanjam-se expressões difusas, dentro do que se propõe chamar de poesia objetiva.
O poeta contemporâneo expõe seu eu sem a preocupação primordial de ser compreendido. Tal forma poética não consegue penetrar no âmago do leitor de fina sensibilidade por ser desordenada e desconexa, produtos da era atual em que tudo marcha para a simplificação e o aniquilamento.
Embora o progresso extermine o que não condiz com o transcorrer evolutivo, é mister que subsista a poesia como expressão de sentimentos íntimos perpassados em versos.
Muitos jovens desconhecem obras poéticas de autores clássicos. Se desejarem rever criações antigas basta um clique no mouse para encontrá-las na Internet. Olavo Bilac, Machado de Assis, Raimundo Corrêa, Wamosy e outros podem ser reeditados para que a geração atual conheça e experimente o romantismo vivido por seus avós.
Pelo esquecimento e menosprezo à poesia é que o amor, este excelso sentimento, vem sendo deturpado, maculado e incompreendido.
Busquemos serenidade e conforto na tepidez de belas e delicadas criações poéticas quando agitados momentos modernos nos exigirem!
Não totalmente contrária à poesia moderna, muito aprecio o encanto suave do versejar antigo. Na era do rap e da tecnologia, expressões modernas de efervescência e dinamismo, o lirismo das formas poéticas ausentou-se de vez.
Às belas estrofes de métrica e ritmo impecáveis juntam-se composições de versos mal feitos, a esmo, com motivos por vezes banais. Não se transmitem com tanta sentimentalidade as emoções da alma; em vez disso, esbanjam-se expressões difusas, dentro do que se propõe chamar de poesia objetiva.
O poeta contemporâneo expõe seu eu sem a preocupação primordial de ser compreendido. Tal forma poética não consegue penetrar no âmago do leitor de fina sensibilidade por ser desordenada e desconexa, produtos da era atual em que tudo marcha para a simplificação e o aniquilamento.
Embora o progresso extermine o que não condiz com o transcorrer evolutivo, é mister que subsista a poesia como expressão de sentimentos íntimos perpassados em versos.
Muitos jovens desconhecem obras poéticas de autores clássicos. Se desejarem rever criações antigas basta um clique no mouse para encontrá-las na Internet. Olavo Bilac, Machado de Assis, Raimundo Corrêa, Wamosy e outros podem ser reeditados para que a geração atual conheça e experimente o romantismo vivido por seus avós.
Pelo esquecimento e menosprezo à poesia é que o amor, este excelso sentimento, vem sendo deturpado, maculado e incompreendido.
Busquemos serenidade e conforto na tepidez de belas e delicadas criações poéticas quando agitados momentos modernos nos exigirem!
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